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Amor romântico e amor genuíno. Qual a diferença?

Jetsunma
João Carlos
Escrito por João Carlos

E se alguém te dissesse que tudo o que já sentiu na vida, talvez não fosse amor, e sim apego? Você provavelmente não concordaria e ficaria bravo. Mas se esse alguém for a Jetsunma Tenzin Palmo, com toda a sua singeleza, é provável que pelo menos te faça refletir.

A palavra “amor” está no nosso cotidiano: vemos escrito em todos os lugares, expresso no rosto de amigos, parentes, cônjuge, filmes, novelas e comerciais de margarina. Está tão evidente e “presente” que corremos o risco de sua banalização. Tais fatores nos deixam ainda mais distantes do amor genuíno, e frequentemente confundimos este com o amor romântico.

Tudo o que a monja inglesa Jetsunma Palmo disse me transportou para a Bíblia Sagrada, mais especificamente para o livro de “I Coríntios”. Lembrei-me do que escreveu Paulo, o apóstolo:

“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se vangloria, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente; não procura os seus próprios interesses, não maltrata, não se ira facilmente, não guarda rancor; o amor não se alegra com a injustiça, mas alegra com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.

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Sobre o autor

João Carlos

João Carlos

João Carlos é um maltrapilho anônimo brincando de ser escritor. Em dias comuns, trabalha para sustentar seu vício em café e chocolate. Na folga, gasta a maior parte do seu tempo colecionando pensamentos subversivos. Repudia clichês, mas não resiste a uma alma sincera.